

A Surdez Congênita, como o próprio nome já diz, ocorre quando o recém-nascido nasce com deficiência auditiva. Isso ocorre por diversos motivos: origem genética, doenças adquiridas pela mãe durante a gravidez, uso incorreto de medicamentos durante a gestação, complicações durante o parto ou infecções.
Geralmente a Surdez Congênita é adquirida de forma hereditária, mas ainda assim há doenças que causam essa surdez e que podem ser evitadas:
Rubéola Congênita: é a doença que mais causa surdez durante a gestação, afetando 1 a cada 10.000 recém-nascidos. A infecção é contraída no útero, causando interferências na formação do feto, causando também problemas na visão e audição. Essa doença só é prevenida evitando contato direto com pessoas infectadas pela rubéola, principalmente no primeiro trimestre de gravidez.
Toxoplasmose Congênita: é causada por um protozoário encontrado comumente em animais felinos, mas também pode ser encontrada em seres humanos. Pode ser adquirida a partir de alimentos contaminados, como carnes cruas ou mal passadas. A Toxoplasmose também pode causar problemas na visão do feto. Além de comer alimentos bem cozinhados, recomenda-se a castração de felinos domésticos para diminuir o risco de contrair doenças.
Infecções Sexualmente Transmissíveis: Sífilis, Herpes e AIDS são as infecções mais comuns que causam a Surdez Congênita. Em caso de ter contraído Sífilis, a gestante ainda pode fazer tratamento para reduzir as chances do feto de contrair a doença, pois nesse caso a Surdez Congênita ocorre quando a criança tiver geralmente 2 anos de idade. A herpes pode ser transmitida para o bebê no momento do parto e pode causar Surdez Congênita. A AIDS, por sua vez, é transmitida no momento do parto, assim como a surdez Congênita, porém, atualmente há tratamentos que reduzem o risco do bebê contrair a doença.
De qualquer forma, é importante que seja feito corretamente o acompanhamento médico durante toda a gestação, para que sejam identificadas possíveis doenças durante a gestação e que a família esteja prepara para lidar com futuros desafios em relação à saúde do bebê.
Caso a Surdez Congênita aconteça, o bebê ainda vai conseguir viver de maneira saudável. É importante que ele tenha um acompanhamento médico desde cedo, com pediatra, fonoaudiólogo e otorrinolaringologista, que irão auxiliar a criança a se comunicar e recomendar os aparelhos ou implantes auditivos corretos para que ele desfrute os sons do mundo ao seu redor.
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